angola

Accueil
angola

OXFORD PREVÊ CRESCIMENTO DE 4% ESTE ANO

Dernières publications dans cette catégorie
 .  A Urgência de Uma Nova Constituição para Angola - mercredi 3 juin 2026
 .  PRESIDENTE, QUER RECONCILIAR, IMPOR OU SUBMISSÃO DAS VÍTIMAS? - mercredi 3 juin 2026
 .  2027: os Ilusórios Padrões Eleitorais - mercredi 3 juin 2026
 .  OXFORD PREVÊ CRESCIMENTO DE 4% ESTE ANO - mercredi 3 juin 2026
 .   Ministro Isaac dos Anjos Descredibiliza Angola - mercredi 3 juin 2026
Plus...
Traduction
Augmenter la taille de la police Diminuer la taille de la police print send to Comments
Lectures : 3

 :

A consultora Oxford Economics considerou hoje que Angola deverá crescer pelo menos 4% este ano, depois de ter registado um crescimento de 5,3% no primeiro trimestre, impulsionado pelo forte crescimento do sector não petrolífero.


O “crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre é significativamente maior que a nossa estimativa de 3,7%; o impressionante crescimento do setor não petrolífero é um desenvolvimento bem-vindo, já que demonstra resiliência num contexto de volatilidade no setor petrolífero”, escrevem os analistas do departamento africano da consultora britânica.


No comentário aos dados do crescimento do PIB no primeiro trimestre, enviado aos clientes, a Oxford Economics diz que “as projecções apontam para um crescimento de 3,8%& este ano, acelerando face aos 3% de 2025, com as exportações de petróleo, a despesa pública, o emprego mais elevado e a subida do consumo a sustentar este forte crescimento”.


Na nota, os analistas dizem ainda que “o desempenho mais forte que o esperado do setor não petrolífero deverá influenciar a previsão, pelo que se este setor mantiver a sua dinâmica de crescimento, será necessária uma revisão em alta” da previsão de expansão do PIB de Angola.


De acordo com o Instituto Nacional de Estatísticas de Angola, o PIB “cresceu 5,32% no primeiro trimestre de 2026 comparativamente ao primeiro trimestre de 2025” e, em cadeia, registou um crescimento de 1,37%, já tendo em conta o ajuste sazonal.


O sector petrolífero registou uma contração homóloga de 0,21%, ao passo que o setor não petrolífero registou um crescimento de 6,22%, diz ainda o INE na Folha de Informação Rápida, que analisa o crescimento dos primeiros três meses deste ano.



Visitado 65 times, 15 visitas hoje


Partilhe este Artigo






Article publié le mercredi 3 juin 2026
3 lectures

Infos par pays