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JMPLA condena intolerância nas redes sociais - Política - Angola Press - ANGOP

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Numa declaração a propósito da tentativa de manifestação ocorrida no último sábado, em Luanda, a organização repudia a prática de qualquer acto ou adopção de comportamentos que visam "a imposição de uma ditadura de pensamento e de convicções" entre os jovens.

Conforme a JMPLA, organização juvenil do MPLA (partido no poder), os verdadeiros fins desta acção são "meramente de interesse e aproveitamento político-partidários".

Exorta, por isso, as suas estruturas intermédias, organizações de base, militantes, simpatizantes e amigos a se manterem firmes, determinados e confiantes, de forma a exercerem e manifestarem livre e publicamente as suas opiniões e convicções, em defesa dos bjectivos e ideais do MPLA e do seu Líder, João Lourenço.

Aconselha aos supostos grupos intolerantes, ligados a partidos políticos na oposição e afins, a pautarem por uma conduta cívica, urbana e de respeito à diferença, sem comprometer as conquistas alcançadas até ao momento.

A nota dá conta de que a JMPLA solidariza-se com a causa dos jovens angolanos de bem que, no exercício das suas prerrogativas constitucionais, reivindicam legitimamente pela concretização dos seus direitos e interesses legalmente protegidos, no sentido da melhoria das suas condições de vida e bem-estar social.

A reacção da JMPLA surge na sequência de uma manifestação frustrada pela Polícia Nacional, por violar os termos do Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública, que limita os ajuntamentos na via pública a cinco pessoas.

A manifestação resultou em confrontos entre os manifestantes e a Polícia Nacional, que deteve 103 cidadãos, nesta altura presentes ao tribunal.

Na essência, os manifestantes entendem que o Decreto Presidencial não pode restringir os direitos fundamentais dos cidadãos, entre os quais o de livre manifestação e reunião.

Por sua vez, a Polícia Nacional afirma que frustou a tentativa de manifestação, por não ter sido autorizada pelo Governo de Luanda, ao abrigo do Decreto Presidencial, como forma de prevenir contaminações em massa.


Article publié le mercredi 28 octobre 2020
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